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	<title>Hazme canciones</title>
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	<description>Hechame flores</description>
	<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 01:25:05 +0000</pubDate>
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		<title>De quando a vida era fácil</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 01:23:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camis</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[a moça (L.B.)]]></category>

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		<description><![CDATA[Um, dois, três, quatro, cinco, seis&#8230;. seis lançes de escada! E a cada degrau ela xingava em voz alta. Como odiava subir escada! Porque não colocavam um maldito elevador nessa porcaria?
Finalmente chegou ao último degrau e deu quatro passos até a porta. Sua chegada já era um ritual.
Sabia da visão que teria quando chegasse: mochila [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um, dois, três, quatro, cinco, seis&#8230;. seis lançes de escada! E a cada degrau ela xingava em voz alta. Como odiava subir escada! Porque não colocavam um maldito elevador nessa porcaria?</p>
<p>Finalmente chegou ao último degrau e deu quatro passos até a porta. Sua chegada já era um ritual.</p>
<p>Sabia da visão que teria quando chegasse: mochila em cima da mesa ao lado de um copo com resto de café, uma barrinha de chocolate, um maço de cigarros e ele sentado olhando para ela.</p>
<p>Parou na porta aberta. Antes de observar lá dentro, respira profundamente. Bem demorado para sentir o cheiro de tinta (achava o cheiro do óleo uma maravilha). Ao soltar a respiração, larga os braços, deixa tudo cair no chão e vira a cabeça de lado sorrindo.</p>
<p>Ele já olhava para a porta desde que ouvira passos preguiçosos e alguns resmungos chegando.</p>
<p>- Oi charmosa! fecha a porta e descansa aqui ao meu lado.</p>
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		<title>O sol ainda brilhava</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Mar 2010 06:37:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camis</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[O sol ainda  brilhava. A menina, depois de dias barulhentos e pesadelos insistentes  e maldosos, tomara a resolução. Decidira fazê-lo naquele mesmo dia  (aproveitando a claridade do dia -  o escuro lhe era algo assustador).  Calçou, então, suas galochas e pegou, furtivamente, a pá de jardinagem  de seu vizinho. Antes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O sol ainda  brilhava. A menina, depois de dias barulhentos e pesadelos insistentes  e maldosos, tomara a resolução. Decidira fazê-lo naquele mesmo dia  (aproveitando a claridade do dia -  o escuro lhe era algo assustador).  Calçou, então, suas galochas e pegou, furtivamente, a pá de jardinagem  de seu vizinho. Antes disso, porém, já havia colocado seu sentimento  do mundo na caixinha (ele, em sua inocência juvenil, não poderia imaginar  o que lhe aconteceria).</p>
<p>Com o corpo  pesado e dolorido, dirigiu-se ao local onde colocaria seu plano em prática:  o cemitério (que possuía uma peculiaridade: aquele não servia só  para enterrar e guardar cadáveres humanos, mas qualquer tipo de inutilidade  ou sentimentos que perderam o seu <em>ser</em>). Empurrou o grande portão  de ferro e, diante de seus olhos, surgiu uma imensidão verde de cruzes  brancas presas ao chão. O vento, matreiro, deu-lhe as boas-vindas,  soprou-lhe a face e movimentou a saia de seu vestido. O tempo, naquele  local lúgubre e sem qualquer inquietação, estava suspenso. O silêncio  era apenas cortado pelo pipiar dos pássaros.</p>
<p>Por mais que  fechasse os seus olhinhos para enxergar mais longe, a menina não conseguia  ver as paredes do cemitério. As pessoas do mundo gostavam de enterrar  aquilo que não queriam mais recordar; talvez em um momento de ilusão  de que aquilo nunca mais lhes incomodaria. Com ela não era diferente.</p>
<p>Procurou o  melhor lugar para enterrar o sentimento do mundo. E o encontrou sob  a sombra acolhedora de uma grande árvore. Tirou sua pequena mochila  das costas, agachou-se e apertou, com a palma das mãos, a terra. Sua  mão afundou sobre a grama esplendorosamente verde e fofa (a grama escapava-lhe  pelos dedos). Sim, aquele era o lugar ideal.</p>
<p>Com a pá de  jardinagem que tomara emprestada do vizinho, a menina começou a cavar.  Já nenhum pensamento lhe incomodava. Sua atenção voltara-se apenas  para a atividade de revolver a terra e formar-lhe uma fenda. Cavou o  suficiente para que o sentimento do mundo não pudesse escapar. Sete  palmos.</p>
<p>Dolorosamente,  com as mãos trêmulas, tirou-o de sua caixinha. Ainda tinha os olhos  inocentes e resplandecia como o sublime. Quando percebeu que seria abandonado  e enterrado por sua dona, o sentimentozinho, desesperadamente, agarrou-se  à menina. Segurou-lhe os braços, em uma inútil tentativa de salvar-se  e gritou. Implorou para que não fosse posto sob a terra. Se comportaria.  Lágrimas. Lágrimas que cortavam o coração da menina, mas incapazes  de convencê-la. Ela não poderia mais cuidar de seu sentimento do mundo  sozinha. Não. Precisava voltar à vida. Tratou, então, de devolvê-lo  à sua caixinha. Colocou-a, cuidadosamente, na nova e escura profundidade.  Ainda ouvia suas súplicas e aquilo lhe perturbava e feria. Cobriu com  a terra a pequena urna funerária o mais rápido que pôde (como se  assim o sofrimento passasse em um instante). A respiração era difícil,  seu coração pesava e os olhinhos, agora úmidos, contemplavam a terra  que havia sido revolvida.</p>
<p>Nada mais havia  a ser feito. Com as mãos nos ouvidos para não ouvir os gritos desesperados  de socorro de seu sentimento do mundo, partiu. Correu rápido, com passos  maiores do que sua perna agüentavam, em direção ao portão. O sol  se apagara e dava lugar à escuridão.</p>
<p>Depois do terrível  funeral, as horas e os dias passavam arrastados. Dias cruéis e dolorosos.  A menina, mergulhada em sua tristeza, olhava para o espaço que a caixinha  deixara em sua cômoda.</p>
<p>Na primeira  semana, levou-lhe flores. Gérberas laranjas (elas exalavam, em um uníssono  entendimento, o perfume da felicidade e da tristeza). Mas o caminho  era difícil e tortuoso. E, afinal, o sentimento do mundo já estava  sepultado. Em sua última visita, o céu, desprovido de qualquer alvoroço,  irradiava sobre ela sua imensidão azul. O ar lhe era aconchegante.  O silêncio só era quebrado pelo leve ruído de seus passos sobre a  grama. A menina ajoelhou-se ao lado túmulo. Desta vez, além das gérberas,  pousara sobre a nova morada do sentimento do mundo flores do campo (como  as últimas que havia recebido). Não lhe deu explicações. Não lhe  pediu para ter coragem. Não lhe falou das saudades que feriam o seu  coração. Apenas cravou na terra a plaquinha que fizera: “aqui jaz  o sentimento do mundo - desconhecidos foram o seu nascimento e sua morte  – descanse em paz.” E foi-se embora, com o rosto inundado de lágrimas,  sem olhar para trás.</p>
<p>JRGM</p>
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		<title>A pessoa errada</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 17:27:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camis</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[a moça (L.B.)]]></category>

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		<description><![CDATA[
A Pessoa Errada - Luis Fernando Veríssimo




Pensando bem!
Em tudo o que a gente vê, vivencia, e ouve e pensa. 
Não existe uma pessoa certa pra gente;
Existe uma pessoa, 
Que se você for parar para pensar
É, na verdade, a pessoa errada.
Porque a pessoa certa,
Faz tudo certinho,
Chega na hora certa,
Fala as coisas certas, 
Faz as coisas certas,
Mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong><span style="font-size: 10pt;">A Pessoa Errada - Luis Fernando Veríssimo</span></strong></p>
</div>
<div>
</div>
<div>
<p><span style="font-size: 10pt;">Pensando bem!<br />
Em tudo o que a gente vê, vivencia, e ouve e pensa.</span> <span style="font-size: 10pt;"><br />
Não existe uma pessoa certa pra gente;<br />
Existe uma pessoa,</span> <span style="font-size: 10pt;"><br />
Que se você for parar para pensar</span><span style="font-size: 10pt;"><br />
É, na verdade, a pessoa errada.<br />
Porque a pessoa certa,</span><span style="font-size: 10pt;"><br />
Faz tudo certinho,</span><span style="font-size: 10pt;"><br />
Chega na hora certa,</span><span style="font-size: 10pt;"><br />
Fala as coisas certas,</span> <span style="font-size: 10pt;"><br />
Faz as coisas certas,<br />
Mas nem sempre a gente está precisando das coisas certas.</span> <span style="font-size: 10pt;"><br />
Aí é a hora de procurar a pessoa errada.<br />
A pessoa errada te faz perder a cabeça,</span> <span style="font-size: 10pt;"><br />
Fazer loucuras,<br />
Perder a hora,</span> <span style="font-size: 10pt;"><br />
Morrer de amor,<br />
A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar,</span> <span style="font-size: 10pt;"><br />
Que é pra na hora que vocês se encontrarem.<br />
A entrega ser muito mais verdadeira,</span> <span style="font-size: 10pt;"><br />
A pessoa errada, é na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa.<br />
</span><span style="font-size: 10pt;">Essa pessoa vai te fazer chorar,<br />
Mas uma hora depois vai estar enxugando suas lágrimas,<br />
Essa pessoa vai tirar seu sono,</span> <span style="font-size: 10pt;"><br />
Mas vai te dar em troca uma noite de amor inesquecível,<br />
Essa pessoa talvez te magoe,</span> <span style="font-size: 10pt;"><br />
E depois te enche de mimos pedindo seu perdão,<br />
</span><span style="font-size: 10pt;">Essa pessoa pode não estar cem por cento do tempo ao seu lado,</span> <span style="font-size: 10pt;"><br />
Mas vai estar cem por cento da vida dela esperando você,<br />
Vai estar o tempo todo pensando em você.</span> <span style="font-size: 10pt;"><br />
A pessoa errada tem que aparecer pra todo mundo,</span><span style="font-size: 10pt;"><br />
Porque a vida não é certa.<br />
Nada aqui é certo,<br />
O que é certo mesmo, é que temos que viver!<br />
</span><span style="font-size: 10pt;">Cada momento, Cada segundo,<br />
Amando, sorrindo, chorando, emocionando, pensando, agindo, querendo, conseguindo.</span> <span style="font-size: 10pt;"><br />
E só assim, é possível chegar, àquele momento do dia,<br />
Em que a gente diz:<br />
</span><span style="font-size: 10pt;">&#8220;Graças à Deus deu tudo certo&#8221;<br />
Quando na verdade,<br />
Tudo o que ele quer,</span><br />
<span style="font-size: 10pt;">É que a gente encontre a pessoa errada<br />
Pra que as coisas comecem a realmente funcionar direito pra gente. </span></p>
</div>
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		<title>where i end and you begin  (carta de Alice A.)</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 17:54:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camis</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[a moça (L.B.)]]></category>

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		<description><![CDATA[Dear,
Um litro de suco de laranja depois e eu posso te contar como é que acaba. Começa com aquela coisa de adimitir. Assumir. Mea culpa. Coisas assim. Um monte de cusparadas vem depois disso. Continua acabando com falta de educação e…eu ia dizer indiferença, mas na verdade indiferença faz parte do processo todo. A real. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Dear,</em><br />
<em>Um litro de suco de laranja depois e eu posso te contar como é que acaba. Começa com aquela coisa de adimitir. Assumir. Mea culpa. Coisas assim. Um monte de cusparadas vem depois disso. Continua acabando com falta de educação e…eu ia dizer indiferença, mas na verdade indiferença faz parte do processo todo. A real. A que se finge. Está intrínseco. Entende o que eu quero dizer? Continua acabando com falta de educação. Quando coisas como um simples “obrigado” fariam diferença. Poderia ser o começo de uma conversa. É disso que eu estou falando. Conversar é bom. Dizem. E quem sabe acabar não fosse realmente necessário. Ou pelo menos não assim. Se é que você me entende. Conversar é bom, não é? Mas aí depois de fingir que conversou vem o silêncio. Continua acabando com o silêncio. Não me entenda mal. Você me conhece. Silêncio é bom. Eu gosto. Mas estou falando daquele outro tipo. Não foi comigo. Não aconteceu. Faz de conta que não aconteceu. Quem é você? Indiferença. Sabe como é. Está intrínseco. E aí um dia você se cansa e pensa “puta que pariu, vá tomar no cu, foda-se essa merda toda”. E aí acaba. Devagar. Gota a gota. Às vezes parece que não. Eu sei, dear. Mas acaba. Tudo acaba.<br />
Volto em alguns dias.<br />
Obrigada pela carta.<br />
<a href="http://azaroseuquerida.com/" target="_blank">A.</a></em></p>
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		<title>Um ano como tantos outros</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Jan 2009 18:08:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camis</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Um ano como tantos outros. Com embrulhos no estômago, bombons, passeadas por Drama Land, caminhadas na Terra do Nunca, apertos de mãozinhas com o coração doendo, encontrinhos para abraços, mais algumas doses, olhares sem palavras, gargalhadas por dentro, tonturas, sorrisos no canto da boca, palavras nas entrelinhas, pulos nas nuvens, coração na boca, canções que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um ano como tantos outros. Com embrulhos no estômago, bombons, passeadas por Drama Land, caminhadas na Terra do Nunca, apertos de mãozinhas com o coração doendo, encontrinhos para abraços, mais algumas doses, olhares sem palavras, gargalhadas por dentro, tonturas, sorrisos no canto da boca, palavras nas entrelinhas, pulos nas nuvens, coração na boca, canções que dizem tudo, tentando acreditar em fadas. Um ano como tantos outros.</p>
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		<title>Blueberry pie</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Dec 2008 19:17:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camis</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[a moça (L.B.)]]></category>

		<category><![CDATA[blueberry nights pie torta]]></category>

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		<description><![CDATA[<strong>Elizabeth:</strong> So what's wrong with the Blueberry Pie?

<strong>Jeremy:</strong> There's nothing wrong with the Blueberry Pie, just people make <em>other choices</em>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Elizabeth:</strong> So what&#8217;s wrong with the Blueberry Pie?</p>
<p><strong>Jeremy:</strong> There&#8217;s nothing wrong with the Blueberry Pie, just people make <em>other choices</em></p>
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		<title>Lembrete (na porta da geladeira)</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Nov 2008 14:38:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camis</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[a moça (L.B.)]]></category>

		<category><![CDATA[postit]]></category>

		<category><![CDATA[roberto carlos]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href=http://www.hazmecanciones.com/?p=34><img src=http://www.hazmecanciones.com/wp-content/uploads/2008/11/postit1-150x150.jpg class=imgtfe hspace=5 align=left width=100  border=0></a><img class="alignnone size-full wp-image-35" title="postit1" src="http://www.hazmecanciones.com/wp-content/uploads/2008/11/postit1.jpg" alt="" width="500" height="410" />

(e papai tem razão: Roberto é o rei)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-35" title="postit1" src="http://www.hazmecanciones.com/wp-content/uploads/2008/11/postit1.jpg" alt="" width="500" height="410" /></p>
<p>(e papai tem razão: Roberto é o rei)</p>
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		<title>gracias</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 01:40:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camis</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href=http://www.hazmecanciones.com/?p=29><img src=http://www.hazmecanciones.com/wp-content/uploads/2008/11/gracias-150x150.jpg class=imgtfe hspace=5 align=left width=100  border=0></a>a href='None'><img src="http://www.hazmecanciones.com/wp-content/uploads/2008/11/gracias.jpg" alt="" title="gracias" width="500" height="609" class="alignnone size-full wp-image-30" /></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href='None'><img src="http://www.hazmecanciones.com/wp-content/uploads/2008/11/gracias.jpg" alt="" title="gracias" width="500" height="609" class="alignnone size-full wp-image-30" /></a></p>
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		<title>Yeah, yeah, yeah</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Oct 2008 23:35:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camis</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[música]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href=http://www.hazmecanciones.com/?p=25><img src=http://www.hazmecanciones.com/wp-content/uploads/2008/10/duffyb-150x150.jpg class=imgtfe hspace=5 align=left width=100  border=0></a>I love you &#124; But i gotta stay true

<a href='None'><img src="http://www.hazmecanciones.com/wp-content/uploads/2008/10/duffyb.jpg" alt="" title="Duffy - ela grita e fala a verdade!" width="500" height="375" class="alignnone size-full wp-image-26" /></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>I love you . But i gotta stay true</p>
<p><a href="None"><img class="alignleft alignnone size-full wp-image-26" style="vertical-align: text-bottom;" title="Duffy" src="http://www.hazmecanciones.com/wp-content/uploads/2008/10/duffyb.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
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		<title>Você foi&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Oct 2008 22:10:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camis</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[a moça (L.B.)]]></category>

		<category><![CDATA[fotografia]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href=http://www.hazmecanciones.com/?p=23><img src=http://www.hazmecanciones.com/wp-content/uploads/2008/10/phto00081-150x150.jpg class=imgtfe hspace=5 align=left width=100  border=0></a><a href='http://www.hazmecanciones.com/wp-content/uploads/2008/10/phto00081.jpg'><img src="http://www.hazmecanciones.com/wp-content/uploads/2008/10/phto00081.jpg" alt="" title="o maior" width="500" height="375" class="alignnone size-full wp-image-24" /></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href='http://www.hazmecanciones.com/wp-content/uploads/2008/10/phto00081.jpg'><img src="http://www.hazmecanciones.com/wp-content/uploads/2008/10/phto00081.jpg" alt="" title="o maior..." width="500" height="375" class="alignnone size-full wp-image-24" /></a></p>
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